Simon Pegg diz que o novo filme será uma adaptação direta da série original

Posted Maio 14, 2008 by
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Traduzido e Revisado por Fatima Romani

O ultimo número da Star Trek magazine, lançado nos EUA e na Inglaterra, traz uma nova entrevista com o ator Simon Pegg, o novo Scotty. Aqui estão alguns trechos do artigo, por cortesia de Sci Fi Pulse

Quando perguntaram sobre a extensão de seu conhecimento sobre Jornada nas Estrelas o ator admitiu sem vegonha que tem sido um fã da série por toda a vida.

“Obviamente eu assisti a série original quando era criança, e conhecia Nova Geração suficientemente bem para conhecer todos os personagens. Eu assisti muitos episódios e fui um grande fã de Sete de Nove quando Voyager apareceu. Com certeza, eu era muito familiar com a série.

Quando questionado sobre a pesquisa para o personagem, o ator reafirmou veementemente que fez sua lição de casa e não pretende fazer uma personificação de Scotty como a feita por James Doohan.

“Uma coisa que eu queria fazer era interpretar fazendo uma homenagem a James Doohan mas não queria imitá-lo de nenhuma forma, porque eu não queria que parecesse dessa forma. É importante que esse filme não tenha elementos de paródia – é um filme muito fiel e um filme de Jornada nas Estrelas não irônico. Obviamente, andamos numa corda bamba porque é voltar um pouco no tempo para os personagens originais, assim a tendência deveria ter sido assistir Jim Doohan e tentar “macaqueá-lo”. Eu pessoalmente não fiz isso, apenas trouxe tudo de minhas memórias e afeição pela série.”

Jornada nas Estrelas XI não é só uma prequel

Posted Maio 14, 2008 by
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Traduzido e Revisado por Fatima Romani

Jornada nas Estrelas XI começa no mundo “atual” de Jornada nas estrelas. Como relatado por New Film Dimension, Abrams falou brevemente sobre Jornada nas Estrelas XI. “O filme se refere aos personagens centrais de Jornada nas Estrelas, assim serve como uma prequel, mas também é mais que isso.”

Fontes tem dito a TrekMovie.com que Jornada nas Estrelas não é apenas uma prequel mas uma seqüência também. O filme supostamente se inicia no período imediatamante após Nemesis, que é onde alguém iria encontrar o velho Spock interpretado por Leonard Nimoy. Spock foi visto pela última vez no episódio de Jornada nas Estrelas: A Nova Geração – Unification, em Romulus, cerca de onze anos antes dos acontecimentos de Nemesis, onde ele estava trabalhando na direção da meta de reunificação dos vulcanos com os romulanos. O filme investigará as origens de Spock (Zachary Quinto como o jovem Spock), Kirk e outros tripulantes da série original, voltando ao século XXIII. Kirk nasceu em 2233 e Nemesis aconteceu em 2379, então Spock pode voltar no tempo quase 150 anos.

Período de tempo das cenas de abertura do novo filme de Jornada nas Estrelas – Spoilers

Posted Maio 13, 2008 by
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Traduzido e Revisado por Fátima Romani

TrekMovie.com revelou um novo detalhe do enredo do filme de Jornada nas Estrelas dirigido por J.J. Abrams. Cuidado com os spoilers.

De acordo com TrekMovie, o novo filme de Jornada nas Estrelas começa no período pós Nemesis. É quando nós encontramos o velho embaixador Spock (interpretado por Leonard Nimoy). Então o filme nos leva do final da era da Nova Geração no séc. XIV e nos leva de volta para antes da série original, mostrando as origens de Kirk e Spock e a tripulação da NCC-1701.

Will Wheaton reage aos comentários de J. J. Abrams ao novo filme de Jornada nas Estrelas

Posted Maio 9, 2008 by
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Traduzido e Revisado por Fatima Romani


O ator de Jornada nas Estrelas: A Nova Geração Will Wheaton postou em seu blog alguns comentários em relação às recentes observações do  diretor J. J. Abrams sobre a estória de seu filme de Jornada nas Estrelas. Aqui estão alguns trechos do artigo de Wheaton.

“Falando como um geek, minha reação quando escuto alguém falando sobre “reinventar” algo como Jornada nas Estrelas é que isso será construódo sobre uma sucessão interminável de Jar Jars e midchlorians (alienígenas de Guerra nas Estrelas – N.T.)”

“Mas, Ron Moore reinventou BSG, e é a maior coisa que já houve, assim reinventar coisas não é automaticamente horrível. De fato, se o artigo houvesse sido intitulado “JJ Abrams promete efeitos emocionantes para o filme de Jornada nas Estrelas” eu estaria comemorando agora mesmo. Palavras são importantes, como dizem.”

Eu acho que isso se relaciona com quem está reinventando, e se sua visão constrói em cima da fundação existente de uma forma interessante, em vez de aplicar um golpe massivo e insultante em todos nós. Em seu favor, JJ Abrams é realmente bom em iniciar coisas (não tanto em mantê-las impressionantes temporada após temporada, infelizmente) mas absolutamente impressionante em começar coisas. Desde que este é o início de Jornada nas Estrelas, estou esperançoso. Apreensivo, mas esperançoso.”

“Assim, sim, não inteiramente certo sobre como me sentirei sobre a “reinvenção”. Pelo menos as pessoas que estragaram Jornada nas Estrelas totalmente não estão envolvidas, mas porque alguém precisa “reinventar” Jornada nas Estrelas? Houve uma boa razão para a série conseguir sobreviver a quatro décadas e a várias gerações de trekkers e espectadores casuais. Espero que JJ Abrams faça um bom trabalho, porque eun realmente quero gostar desse filme.”

“[…]Eu vou cometer uma heresia neste momento e dizer que poucas pessoas querem dizer em voz alta: a maior parte dos filmes de Jornada nas Estrelas são completo lixo. Houve dez  filmes de Jornada nas Estrelas, e eu diria que dois deles são acessíveis para platéias normais de cinema, outros dois são maravilhosos, e os outros seis são quase “inassistíveis”. Se JJ Abrams quer fazer seu novo filme de Jornada nas Estrelas diferente dos 80% dos filmes de Jornada nas Estrelas que não são tão bons, então está bem para mim. Não que minha opinião signifique alguma coisa, você compreende, mas reclamar sempre sobre coisas como essa é o preço de ser um geek, e eu não me arrependo de nada. NADA!”

Atores Brandon McConnell e Sharon Savene sobre as séries Odyssey e Helena Chronicles

Posted Maio 8, 2008 by
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Traduzido e revisado por Fatima Romani

O Portal SyFy postou trechos de uma entrevista com o atos Brandon McConnell, que interpreta o Tenente Comandante Ro Nevin em Odyssey, uma série de Jornada nas Estrelas feita por fãs e a atriz Sharon Savene, que interpreta a Cap. Theresa Faisal na série de Jornada nas Estrelas The Helena Chronicles. Aqui estão alguns trechos do artigo.

Ro Nevin, o personagem de McConnell, oficial comandante da nave U.S.S. Odyssey, é considerado o primeiro capitão abertamente gay em Jornada nas estrelas: mesmo se é uma série não canônica.

“Eu acho que Jornada nas Estrelas tem uma grande mensagem através de todas as suas encarnações e encantamentos,” disse McConnell durante uma recente transmissão na rádio SyFy. “Eu acho que Odyssey é uma grande forma de praticar minha arte e me divertir e ao mesmo tempo conviver com um óimo grupo de pessoas.”

McConnell se juntou à estrela de outra série paralela de Jornada nas estrelas, Sharon Savene de The Helena Chronicles. Lá ela interpreta a Cap. Theresa Faisal, continuando a interpretar personagens  em diferentes séries de fãs que ela tem feito desde 2005.

“Faisal é uma mulher complicada,” disse Savene.” Ela adora se divertir, e estar com seus amigos. Ao mesmo tempo, ela é fortemente devotada à justiça, temas universais, liderança, e todas esses assuntos. Ela tem uma personalidade dual como parte de onde ela foi criada e quem a criou.”

Enquanto sua sexualidade era mais falada na série Hidden Frontier, muitos fãs ligando a TV só para assistir Odyssey se surpreenderam ao descobrir que Nevin é gay.

“Eles estão expandindo as fronteiras da mesma forma que a visão de Jornada nas Estrelas de Gene Roddenberry, disse McConnell. “Eu respeito muito isso. Para não dizer que qualquer coisa tem que se estagnar,ou para ficar parada. Eu penso que quem é fã de Jornada nas Estrelas não precisa ser doutrinado por algum discurso político. A sutileza se soma ao realismo.”

Patrick Stewart diz que A Nova Geração mudou sua vida

Posted Maio 8, 2008 by
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Traduzido e Revisado  por Fatima Romani

O astro de Jornada nas Estrelas: A Nova Geração Patrick Stewart foi um dos convidados do Charlie Rose Show e aqui estão alguns trechos de sua entrevista, cortesia de TrekMovie

Sobre sua fama ele disse: “Jornada nas Estrelas teve um grande impacto nisso. De todas as formas isso afetou minha vida pessoal, minha segurança financeira, meus sentimentos sobre mim mesmo. Eu tenho muito a agradecer a essa série.”

“Eu tenho muitas coisas boas ditas sobre mim por interpretar Jean Luc Picard. Alguns deles sobre meu trabalho como ator, outras sobre minha aparência, que eu nunca tinha considerado antes. Então começar minha carreira de teatro de novo com base nessa notoriedade comercial pareceu muito diferente. Tudo sobre meu sentimento de estar no palco passou por uma transformação total agora.”


Quinto sobre o impacto de ter interpretado Spock

Posted Maio 6, 2008 by
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Traduzido e Revisado Por Fatima Romani

Com o envolvimento de Leonard Nimoy e o apoio da comunidade de Jornada nas Estrelas, o papel de Spock não foi de forma alguma assustador para Zachary Quinto.

Conforme relatado em Jonja.net, interpretar Spock foi bom para Quinto e ele está pronto para tudo que vier como resultado disso.

“Não foi muito assustador, isso aprecia certo de uma forma estranha,” disse Quinto quando perguntado sobre fazer o papel que Nimoy tornou famoso. “Eu descobri que eles estavam fazendo o filme quando os meus episódios de “Heroes” estavam para ser exibidos assim a ocasião foi tão precisa e tão específica e isso fez muito sentido.”

Ajuda trabalhar com boas pessoas. “E acima de tudo fazer isso com pessoas que são as pessoas mais imaginativas em Hollywood atualmente e ter Leonard envolvido, isso realmete não foi assustador.”

Quinto se sente grato pelo apoio da comunidade de FC, tanto por seu papel como Sylar em Heroes comopor seu papel como Spock em Jornada nas Estrelas XI.

“Na Comic-Con no ultimo verão quando fomos e anunciamos que eu interpretaria o papel e havia em torno de 6.500 pessoas no auditório e eu nunca me senti tão dominado,” ele disse.”Eu senti que estava sendo muito bem apoiado pela energia criativa atrás desse projeto e que as pessoas envolvidas eram pessoas com as quais  há muito tempo eu esperava trabalhar.”

Depois de interpretar um personagem como Spock, Quinto compreeende que as coisas vão mudar para ele, mas está pronto para o que vier depois de Jornada nas Estrelas XI. “Eu fui preparado para isso,” ele disse. “Eu sinto que deste ponto para a frente, Spock vai ser parte da minha carreira como ator. Eu não prevejo que minha carreira como ator termine agora que fiz esse papel. Sempre me perguntam ‘Ah, agora que fez Spock, o que acha que você vai fazer?’ Eu vou continuar fazendo coisas que me estimulem e me desafiem e desafiem minha audiência também. Eu tenho tido muiota sorte de ser tão aceito pela comunidade de FC,” disse Quinto,” e agora mais especificamente pela comunidade de Jornada nas Estrelas. Isso significa muito para mim, mas minha carreira com ator não está limitada a esse gênero. Assim estou entusiasmado para sair e explorar o território e fazer outros tipos de papéis e outras coisas também. Estou para voltar a Heroes, isso tomará muito tempo, até quando o filme for lançado no próximo ano. Eu provavelmente farei um ou dois filmes enquanto trabalhar na séire se puder, e então voltar ao teatro. É tempo para isso também.”

A tecnologia de Jornada nas Estrelas está a caminho

Posted Maio 6, 2008 by
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Traduzido e revisado Por Fatima Romani         

Tecnologia de tradução automática resolveria os problemas que surgem quando se tenta traduzir documentos e pronunciamentos de uma língua para outra.

Conforme relatado por Celular-news, vinte e três línguas oficiais na Europa significam que mais de um bilhão de euros por ano são gastos na tradução e interpretação de documentos ou pronunciamentos. Tecnologia de tradução automática pouparia tempo e dinheiro e está atualmente sendo desenvolvida, com onze participantes envolvidos no programa. Três tecnologias fazem isso, reconhecimento automático de fala (ASR),tradução de  língua falada (SLT) e texto para fala (TTS). ASR transcreve palavras faladas para texto, SLT traduz a língua original para a língua desejada e TTS sintetiza a emissão falada. Através do tempo, a precisão desse sitemas tem melhorado entre quarenta e sessenta por cento. Mais de setenta por cento das palavras foram traduzidas corretamente. Ainda é necessário trabalhar na correta localização das palavras em frases. Gravações de pronunciamentos do Parlamento Europeu foram usadas, com tanto o idioma inglês quanto o espanhol sendo utilizados. Transmissões de notícias pelo rádio também foram usadas sendo chinês e inglês as línguas faladas. Espera-se que entro de poucos anos, um tradutor automático para línguas faladas em versão comercialmente viável possa estar disponível.

Tecnologia de Jornada nas Estrelas a caminho – Parte II

Por T’Bonz            

O toque de um botão faz profissionais da area de saúde contactarem um ao outro devido a um novo sistema de comunicação.. Conforme relatado pelo Pittsburgh Post-Gazette, comunicação instatânea por meio de um dispositivo Vocera é conveniente e mais rápido para funcionários de hospitais do que os habituais beepers ou telefones. Um sistema de comunicação sem fio chamado Vocera permite a profissiionais da a´res de saúde contactar um ao outro instantaneamente com o toque de um botão. O dispositivo deixa as mãos livres e pode ser preso em um uniforme ou pendurado em um cordão. Tem dois componentes: o dispositivo controlado pela voz que opera por um sistema sem fio e um pacote de software que controla e gerencia a atividade de chamadas. É fácil de utilizar: “Você apenas tem que aprender os comandos e quais os botões a serem utilizados.” Disse o gerente de comunicações de voz Dave Watson, “É muito amigo do usuário.” O hospital que usa Vocera também fornece os dispositivos aos membros da família de pacientes  cirúrgicos, libertando a família de permanecer em um quarto enquanto espera por notícias de uma cirurgia. Ele precisam apenas permanecer na area do hospital e podem ser chamados ou receber informações através do dispositivo não importando onde estejam. Até agora, setenta famílias já usaram o dispositivo desta forma. “Eles gostam dele,” disse Barb Stoltz, gerente da unidade cirúrgica dos pacientes. O dispositivo já ocupou um local de trabalho tranqüilo, diminuindo as quatro mil chamadas por alto-falantes e os dois mil beepers que o hospital contava todo mês. A diminuição de ruído torna a internação mais repousante para os pacientes.

Patrick Stewart diz que a Nova geração foi um projeto de qualidade

Posted Maio 6, 2008 by
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Traduzido e Revisado por Fatima Romani

Broadway.com postou uma nova entrevista com o astro de Jornada nas Estrelas: A Nova Geração Patrick Stewart, onde ele fala sobre seu papel em Macbeth e, é claro, Jornada nas Estrelas. Aqui estão alguns trechos.

Patrick Stewart Says The Next Generation Was a Quality Project

Sua carreira tem sido uma mistura de “alta” e “baixa” cultura, de Shakespeare a todos os tipos de participação na TV, principalmente Jornada nas Estrelas: A Nova Geração. É apenas um caso de fazer coisas que o atrai?

Absolutamente, eu faço muitas dublagens, por exemplo. Eu tive um personagem em uma série de animação maravilhosa da Fox chamada American Dad, que é muito explícita e “out there” (risos – referência a “The Truth is out there” – Arquivo X – N.T.) Eu interpreto o Chefe britânico da CIA, e eu tenho que fazer algumas coisas realmente abusivas e chocantes. Eu consigo tanto prazer dessa sessões de gravação quanto em Macbeth. Se a qualidade do trabalho é boa, então sempre haverá satisfação a ser encontrada. Eu tenho tido sorte de ter sempre trabalhado em projetos de qualidade. Jornada nas Estrelas foi um projeto de qualidade.

Falando de Jornada nas Estrelas, como o povo na Inglaterra reagiu a seu sucesso na América?

Os ingleses têm um estranho relacionamento com o sucesso. Eles gostam que seu povo seja bem sucedido, mas não muito entusiastas que o sejam em outros lugares. E eles gostam de lembrá-los que talvez eles não são tão bem sucedidos  como pensam que são.(risos) Interpretar nos Estados Unidos é tão divertido porque as pessoas realmente celebram o sucesso aqui. Nossas platéias (em Macbeth) sabem que estão assitindo a uma peças de sucesso. Você pode ouvi-los cumprimentando a si mesmos por estarem nesse evento, e que eles vão extrair o máximo disso e então nos aplaudem  de pé. Ao contrário, as platéias inglesas são mais difíceis de convencer. “Prove isso para nós”, eles podem dizer. Mas eu amo trabalhar na Inglaterra. O que estou fazendo agora é tudo que sempre quis fazer: grandes peças de Shakespeare em palcos ingleses com um bom grupo de atores. Nada mau para um ator chamado de o homeme mais sexy da televisão quando você já estava acima dos 50. Sim, isso foi uma curiosidade, não foi? (risos) Ninguém ficou mais espantado do que eu.

Eu li que você e seus colegas de elenco de Jornada nas Estrelas formaram uma banda. Podemos esperar vê-lo como Rei Artur em Spamalot?

Haha. Não seria engraçado? Não eu não formei uma banda. Brent Spiner, que interpretou Data, o andróide, fez um lindo álbum de sucessos, e eu sugeri que ele cantasse uma canção dos Ink Spots, “It’s a Sin to Tell a Lie”. Os Ink Spots fizeram sons de fundo, assim Brent Spiner pediu a Michael Dorn, LeVar Burton e a mim que fizéssemos backing vocals para este número em particular. Nós chamamos a nós mesmos os Sun Spots. Eu temo que nossa carreira tenha começado e terminado em uma noite, mas nós realmente gravamos a canção em um estúdio onde os Rolling Stones tinham gravado, então nos sentimos bem sobre nós mesmos.

Motores de Dobra - Parte 03

Posted Maio 6, 2008 by
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3. Conjunto de reação matéria/antimatéria

Assim como o sistema de propulsão de dobra é o coração da USS Enterprise, o conjunto de reação matéria/antimatéria (CRM/A) é o coração do sistema de propulsão de dobra. O CRM/A é muitas vezes chamado de reator de dobra, núcleo do motor de dobra, ou núcleo do motor principal. A energia produzida dentro do núcleo é

dividida entre a sua função primaria (a propulsão da nave) e os principais sistemas de bordo. O CRM/A é o sistema principal de geração de energia, devido ao fato de uma reação de matéria/antimatéria produzir 10^6 vezes mais energia do que uma reação de fusão comum, como a empregada no sistema de impulso.

O CRM/A consiste de quatro subsistemas: injetores de reagentes, segmentos de constrição magnética, câmara de reação matéria/antimatéria e dutos de condução de força.

distribuição dos tanques de matéria e antimatéria e a CRM-A.

Injetores de reagentes

Os injetores de reagentes preparam e alimentam o núcleo com fluxos de matéria e antimatéria controlados com a máxima precisão. O injetor de matéria reagente (IMR) recebe deutério super resfriado do tanque primário de deutério (TPD) na parte superior da seção de engenharia e o aquece parcialmente numa reação contínua de fusão de gás. Ele então impulsiona os gases resultantes através de uma série de bocais ajustáveis até o primeiro segmento de constrição magnética. O IMR consiste de uma estrutura cônica de 5,2 por 6,3 metros, construída com woznio carbomolibdênio reforçado por dispersão. Vinte e cinco atenuadores de impacto o conectam ao TPD e aos pontos principais de suporte da estrutura da nave no deck 30, mantendo 98% de isolamento térmico do restante da seção de engenharia. Para todo efeito, todo o SPD “flutua” dentro do casco para poder agüentar até 3 vezes o estresse teórico de operação.

Dentro do IMR estão seis injetores redundantes multi-alimentados, cada injetor consistindo de duas válvulas de entrada de deutério, condicionadores de combustível, pré-aquecedores de fusão, bloco de compensação magnética, duto de transferência, combinador de gás, cabeça do bocal e o hardware de controle necessário. Deutério não tratado passa pela válvula de entrada a taxas de fluxo controladas e passa aos condicionadores, onde calor é removido trazendo o deutério para logo acima do ponto de transição para o estado sólido. Micro-esferas se formam, são pré-aquecidas por fusão magnética, e enviadas para o combinador de gás, onde o produto gasoso ionizado está agora a 106K. Os bocais então focam, alinham e propelem o fluxo de gás para dentro dos segmentos de constrição. No caso de falha de um dos bocais, o combinador de gás iria continuar a alimentar os bocais restantes, que se dilatariam para acomodar o aumento no suprimento de combustível. Cada bocal mede 102 x 175 cm e é constituído de frúmio-cobre-yttrio 2343.

No lado oposto do CRM/A está o injetor de antimatéria reagente (IAR). O desenho interno e operação do IAR são bem diferentes do IMR, devido à natureza perigosa da antimatéria usada. Cada passo na manipulação e injeção do anti-hidrogênio deve ser executado com campos magnéticos para isolar o combustível da estrutura da nave. Em alguns aspectos o IAR é um dispositivo mais simples, que requer menos componentes móveis. No entanto, o perigo nato à manipulação da antimatéria requer uma confiabilidade inabalável do mecanismo. O IAR tem a mesma estrutura básica, atenuadores de impacto e suportes que o IMR, com adaptações para os dutos de combustível de suspensão magnética. A estrutura contém separadores de fluxo de antimatéria, que dividem o anti-hidrogênio recebido em “pacotes” menores, mais fáceis de manipular, para mandá-los aos segmentos de constrição magnética inferiores. Cada separador leva a uma válvula injetora, e cada válvula abre-se em ciclos, em resposta a sinais de controle do computador. A abertura das válvulas pode seguir seqüências complexas, resultantes de equações igualmente complexas que controlam a pressão da reação, temperatura, e energia produzida desejada

Os injetores de matéria e antimatéria são parecidos apenas por fora.

Segmentos de constrição magnética

Os segmentos de constrição magnética (SCM) superior e inferior constituem a massa central do núcleo. Esses componentes suportam a estrutura da câmara de reação matéria/antimatéria, fornecendo um ambiente com pressão apropriada para a operação do núcleo, e alinham os fluxos de matéria e antimatéria para o encontro dentro da câmara de reação. O SCM superior mede 18 metros de comprimento, e a unidade inferior mede 12 metros. Ambos tem 2,5 metros de diâmetro. Um segmento padrão é constituído de oito conjuntos de atenuadores de pressão, uma parede toroidal de pressão, doze conjuntos de bobinas constritoras, sistemas de alimentação de força e hardware de controle necessário. As bobinas constritoras são feitas de cobalto-lantanídeo-boronite de matriz forçada de alta intensidade, com trinta e seis elementos ativos configurados para prover uma alta intensidade de campo somente dentro do ambiente de pressão e permitindo apenas o mínimo (ou nenhum) vazamento para a Engenharia. As toróides do ambiente pressurizado são camadas alternantes de ferracita carbonítica formada por deposição de vapor e borosilicato de alumínio transparente. Os componentes de tensão vertical são vigas de tritânio e cortenide, e são soldadas à estrutura pelo método de transição de fase durante a montagem da estrutura do veículo para produzir uma estrutura unificada. Todos os pontos de suporte do motor têm dutos dedicados para receber energia do campo de integridade estrutural durante operação normal. A camada externa transparente serve como um medidor visível da performance do motor, já que fótons secundários inofensivos são emitidos das camadas interiores, criando um brilho azul visível. A ação peristáltica e o nível de energia podem ser facilmente vistos pelo Chefe Engenheiro e/ou pessoal de manutenção.

AA estação de trabalho do engenheiro-chefe o permite monitorar a CRM-A

Assim que os fluxos de matéria e antimatéria são liberados de seus respectivos bocais, as bobinas constritoras comprimem ambos no eixo Y e adicionam uma velocidade de 200 a 300 m/s. Isto garante o alinhamento e energia de colisão apropriada para que ambos atinjam o alvo dentro da CRM/A, no exato centro da câmara. É precisamente neste ponto que a reação é mediada pelo cristal de dilítio.

fluxo de matéria ou antimatéria e conduzido magneticamente através dos SCM.

Câmara de reação matéria/antimatéria

A câmara de reação matéria/antimatéria (CRM/A) consiste de duas cavidades idênticas, em forma de sino, que contêm e redirecionam a reação primária. A câmara mede 2,3 metros de altura e 2,5 metros de diâmetro. É composta de doze camadas de háfnio 6 e carbonítrio fundido com excélio, soldado por transição de fase sob uma pressão de 31.000 quilopascais. As três camadas externas são reforçadas com arkenídio acroseníte para uma proteção de até 10 vezes a pressão normal. Todos os outros pontos de sustentação e ligação com sistemas de transferência de energia recebem o mesmo reforço.

A banda equatorial da câmara contém o local de armazenamento para a estrutura de articulação do cristal de dilítio (EACD). Uma escotilha protegida fornece acesso a EACD para a substituição e ajustes do cristal. A EACD consiste de um berço com isolamento eletromagnético capaz de armazenar até 1200 cm^3 de cristal de dilítio, além de dois conjuntos redundantes de suportes e orientação triaxiais. O cristal tem que ser instalado com até seis graus de liberdade, para atingir os ângulos e profundidade necessários para a mediação da reação.

Conectando a banda equatorial à metade superior e inferior estão vinte e quatro pinos estruturais. Estes pinos são de moliferranite-háfnio 8 e são reforçados contra tensão, compressão, torção e cisalhamento, além de fazer parte do campo de integridade estrutural do motor. Por todo o centro da banda equatorial correm duas camadas de tritânio borocarbonato difuso transparente para uma monitoração visual da energia da reação.

CRM-A fica no centro do conjunto que tem a altura de um prédio de 12 andares.

O papel do Dilítio

O elemento chave no uso eficiente das reações de M/A é o cristal de dilítio. Este é o único material conhecido pela Federação que não é reagente a antimatéria quando exposto a um campo eletromagnético (EM) de alta freqüência na faixa dos megawatt, o tornando “poroso” ao anti-hidrogênio. O dilítio permite ao anti-hidrogênio passar diretamente através da sua estrutura cristalina sem de fato tocá-la, devido ao efeito de dínamo criado pelos átomos de ferro adicionados. A forma longa do nome do cristal é a fórmula de matriz forçada 2<5>6 dilítio 2<:>1 dialosilicato 1:9:1 heptoferranide. Esta estrutura atômica altamente complexa é baseada em formas mais simples descobertas em camadas geológicas naturais em certos sistemas planetários. Foi considerada por muitos anos irreproduzível por métodos conhecidos ou previstos de deposição de vapor, até que avanços em epitaxia e antieutética nucleares permitiram a formação de dilítio sintetizado puro para uso em espaço-naves e usinas de força, através de técnicas de composição de theta-matrizes utilizando bombardeamento por radiação gamma.

Geração de força pela CRM/A

A seqüência de ignição do motor, conforme controlado pelo CPCP é a seguinte:

1. A partir de uma condição fria, a temperatura e pressão totais do sistema são trazidas até 2.500.000 K, usando uma combinação de energia do sistema de eletroplasma (SEP) e do IMR, e um “aperto” dos constritores magnéticos superiores.

2. As primeiras quantidades mínimas de antimatéria são injetadas de baixo, pelo IAR. O SCM inferior espreme o fluxo de antimatéria e ajusta a sua mira para que coincida com a do IMR acima, fazendo com que ambos os fluxos caiam nas mesmas coordenadas XYZ dentro da CRM/A. O maior raio da reação é de 9,3 cm e o menor 2,1 cm. O diâmetro do fluxo no SCM superior e inferior pode variar, dependendo do ajuste de potência.

Existem dois modos de reação distintos. O primeiro envolve a geração de altos níveis de energia canalizados para o sistema de eletroplasma, muito similar a uma reação de fusão normal, para uso das funções da nave enquanto em impulso. Na EACD, os suportes de orientação posicionam o dilítio de tal maneira que duas faces fiquem paralelas aos fluxos de matéria/antimatéria, coincidindo com as coordenadas do núcleo XYZ 0,0,125, onde 125 é o raio da seção de reação. A reação é mediada pelo dilítio, forçando o limite superior das freqüências EM resultantes para baixo, até abaixo de 10^20 hertz, e o limite inferior para cima, até acima de 10^12 hertz.

O segundo modo faz uso completo da habilidade do dilítio de causar uma suspensão parcial da reação, criando as freqüências de pulso necessárias para serem enviadas para as naceles do motor de dobra. Neste modo, as coordenadas XYZ são controladas pelos suportes de orientação da EADC e colocam o exato ponto de colisão 20 angstrons acima da face superior do cristal. A freqüência desejada é continuamente ajustada para alcançar os fatores de dobra desejados. Independente do modo empregado, o efeito de aniquilação acontece no ponto central da câmara. A razão M/A é estabilizada em 25:1 e o motor é considerado em “ponto morto”.

3. A pressão do motor é lentamente trazida ate 72.000 quilopascais, aproximadamente 715 vezes a pressão atmosférica, e a temperatura normal de operação no ponto de reação é 2×10^12 K. Os bocais do IMR e IAR são abertos para permitir que mais reagentes entrem na câmara. A razão é ajustada para 10:1 para geração de energia. Esta também é a razão base para atingir dobra 1. As proporções relativas de matéria e antimatéria mudam enquanto os fatores sobem até dobra 8, onde a razão se torna 1:1. Fatores de dobra maiores requerem maiores quantidades de reagentes, mas a razão continua inalterada

Outros modos de ignição estão disponíveis, dependendo das necessidades da situação.

O verdadeiro coração da Enterprise.

Dutos de condução de força

Assim que todo o sistema está ativado, o plasma energético gerado é dividido em dois fluxos em ângulos quase retos à linha central da nave. Os dutos de condução de força (DCF) são magneticamente parecidos com os segmentos de constrição, na característica de manter o plasma restrito ao centro de cada canal, e o impulsionam peristálticamente em direção às naceles de dobra, onde as bobinas de campo de dobra (BCD) utilizam a energia para propulsão.

Os DCF saem da engenharia para trás, onde interceptam os suportes do motor de dobra. Cada duto é fabricado de seis camadas alternantes de tritânio e borosilicato de alumínio transparente, que são soldados juntos por transição de fase para formar uma única estrutura resistente à pressão. As ligações com a câmara de reação são juntas que contêm explosivos de corte, e podem se separar do núcleo em 0,08 segundos, no caso da ejeção do mesmo. As juntas são instaladas durante a fabricação e não podem ser reutilizadas

Os dutos de transferência de força levam a energia até as naceles.

Tomadas do sistema de eletroplasma (SEP) estão localizadas em três pontos ao longo do DCF, a 5, 10 e 20 metros de distância das juntas explosivas. Tomadas do SEP estão disponíveis em três tipos, dependendo de sua aplicação. As do Tipo I tem uma capacidade de fluxo de 0,1 para sistemas de alta potência. As do Tipo II tem capacidade de 0,01 para dispositivos experimentais e as do Tipo III aceitam saídas de baixa potência para aplicações de conversão de energia.

CRM-A e os dois DCFs levando o plasa até as naceles