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maio 3, 2008

Entrevista com Keith R. A. DeCandido

Traduzido e revisado por Fatima Romani

Um dos mais antigos autores de livros de Jornada nas Estrelas discute seus últimos projetos, seu início na profissão, o fim de sua série de romances de S. C. E. e suas idéias sobre Jornada nas Estrelas XI

Por Kristine Huntley

Keith R. A. De Candido é o autor de muitos romances e estórias ligadas a séries com Jornada nas estrelas e suas seqüências, Supernatural, Dr. Who, Andromeda e Farscape entre outros. Seu último romance “Four Walls” (Quatro Paredes) entra em novo campo: é seu primeiro trabalho relacionado a C. S. I. : Nova York . DeCandido falou com Kristine Huntley da Trek Today sobre como começou sua carreira de escritor, seus últimos projetos e suas opiniões sobre o novo filme de Jornada nas Estrelas e a controvérsia SFWA/Nebula (SFWA – Associação dos Escritores de Ficção Científica; Nebula – uma associação que premia anualmente obras de ficção científica)

Trek Today: Você tem uma grande e impressionante bibliografia! Como começou?

Keith R, A. DeCandido: De certa forma não se pode copiar esse tipo de início! Eu trabalhava como editor encarregado de vários projetos de ficção científica. Meu primeiro conto eu e4screvi por necessidade. Na época eu era editor associado trabalhando com outro editor e estávamos fazendo uma série de antologias ligadas a estórias em quadrinhos e precisávamos de uma estória para uma antologia no último minuto porque o personagem da capa não estava no livro. Tínhamos uma porção de estórias que a Marvel tinha rejeitado. Finalmente eles nos deram um resumo do tipo de estória que gostariam de ver e eu apenas a escrevfi. Essa foi minha primeira venda, e então eu fiz um par de outros contos e depois um romance do Homem Aranha. A oportunidade de escrever uma estória do Dr. Who se apresentou por si só – quem estava editando aquela antologia estava fazendo uma estória para mim. Então outras coisas aconteceram e eu acabei ajudando Chris Golden e Nancy Holder no primeiro Guia dos fãs de Buffy a Caça Vampiros. E aquilo me deu a oportunidade de escrever um romance sobre Buffy. É um daqueles casos onde uma bola de neve sai rolando por uma colina – cada coisa se acrescenta a outra que você fez antes. Isso me deu a oportunidade de fazer um par de livros sobre Hércules. Assim que eu os escrevi, o editor dos livros de Jornada nas Estrelas mas nunca havia me pedido nada até depois que eu me estabelecesse no mercado – disse “Ei, gostaria de escrever um livro de Jornada nas Estrelas?” E foi aí que eu realmente fiz a maior parte dói meu trabalho. Eu escrevi mais de uma dúzia de livros de Jornada nas Estrelas. O livro de Andromeda apareceu porque eu fiz um livro de Farscape. E o livro de Farscape eu fiz tudo para conseguir. Eu o consegui e pela força dele, o editor dos livros de Andromeda me procurou e disse: “Bom, você fez um belo trabalho no livro de Frscape; gostaria de fazer um livro sobre Andrômeda?” E eu disse que sim. Essa era uma das permissões de TV que eu tive que conseguir – eu fiz o primeiro livro de Farscape, eu fiz o primeiro livro de Andromeda e fiz o primeiro o primeiro livro de Supernatural. Mas o único que eu vou fazer um segundo livro é Supernatural!

Trek Today: Você fez muito no mundo de Jornada nas Estrelas especialmente.

DeCandido: Até a série terminar no início do ano, eu era o editor da série mensal de e-Books, Jornada nas Estrelas: Engenheiros da Frota Estelar.

Trek Today: Porque a série terminou?

DeCandido: Em parte porque a série nunca aumentou seu perfil. Ela tinha um número estável de leitores que nunca diminuiu e nunca aumentou. E isso aconteceu por sete anos, o que é muito bom. Eles apenas acharam que não estava crescendo o suficiente para valer a pena investir dinheiro nisso. Ainda vamos fazer compilações impressas dos e-Books – nós ainda temos um caminho a seguir antes de terminá-los. Eu ainda faço alguns trabalhos de edição free-lancer em livros de Jornada nas Estrelas para a Pocket Books e ainda faço antologias para eles. Com Peter David, eu também fiz uma antologia “New Frontier” (Nova Fronteira).

Trek Today: Parece que há várias antologias aparecendo agora, e que têm aparecido várias nos últimos anos. Por que você pensa que o mercado vai agora para a linha das antologias?

DeCandido: Ainda há um romance (sendo publicado) a cada mês, onde há talvez uma ou duas antologias por ano, assim isso é apenas uma fração da série. Eu acho que nós continuamos vendo mais delas tem várias razões. Uma delas é que é um bom lugar para conseguir um tipo diferente de estória. Há algumas estórias que funcionam melhor em contos mais do que em estórias longas, especialmente com a limitação de doze livros por ano em relação aos vinte e quatro que existiram por dez anos entre 1995 e 2005. Isso lhe dá a oportunidade de usar diferentes escritores e uma variedade de tipos de estórias. E é divertido fazê-las! Isso é sobre variedade. Uma das coisas sobre o mundo ficcional de Jornada nas Estrelas, em parte porque há cinco séries de TV e outros tipos de prosa de Jornada nas estrelas como New Frontier e S. C. E., é que há muitos tipos diferentes de estórias para contar e antologias permitem isso. É uma maneira diferente de contar essas estórias.

Trek Today: Quanto tempo leva do tema à publicação para um romance ou antologia de Jornada nas Estrelas?

DeCandido: Isso varia. É em torno de um ano, mas mesmo assim, varia demais. Para lhe dar um exemplo, a antologia New Frontier “No Limits” que eu e Peter David fizemos foi iniciada em fevereiro de 2003. Foi publicada em outubro de 2003, o que foi um desenvolvimento super rápido! Geralmente não é tão rápido, mas varia muito. Algumas vezes você tem um tempo comodamente agradável para fazê-lo, outras vezes as coisas demoram. Como a antologia do Universo Espelho que deveria aparecer este mês e foi adiada para janeiro. Parte disso são os prazos disponíveis.

Trek Today: Você tem uma séire favotrita ou grupo de personagens para os quais você gosta de escrever?

DeCandido: Das séries de TV, a minha favorita é Deep Space Nine. Tendo dito isso, eu gosto de todos eles em um ou outro grau, mas eu acho que Deep Space Nine foi a mais forte da cinco séries. Sobre o que eu gosto de escrever: eu amo os klingons, o Corpo de Engenheiros da Frota Estelar – as tripulações de Gorkon e Da Vinci. Eu realmente gostei de Artigos da Federação, é difícil resumir isso. Uma coisa que eu notei na tripulação de Gorkon é que escrever sobre eles vem muito fácil para mim. O terceiro livro com a tripulação de Gorkon, Enemy Territory (Território Inimigo) – as palavras apenas saíam das minhas mãos quando eu escrevia aquele livro.

Trek Today: Há personagens das séries de TV sobre os quais você gosta de escrever?

DeCandido: Seriam Worf e Kira. Nos meus dois primeiros livros o primeiro foi sobre Worf e o Segundo sobre Kira. É irônico que isso funcionou dessa forma. E então depois do segundo eu continuei com uma estória que era inteiramente sobre Kira chamada “Horn and Ivory” (Em Jornada nas Estrelas: Gateways: What Lay Beyond). Assim esse dois provavelmente são meus preferidos, e eu também gostei de tratar com os personagens principais do Corpo de Engenheiros e Gorkon, Klag e Sonya Gomez. Mas aí, de novo, eu poderia citar muitos personagens! Mas dos personagens da Tv eu teria que escolher Worf e Kira.

Trek Today: Você tem alguma opinião sobre o novo filme, Jornada nas Estrelas XI?

DeCandido: Eu acho que a idéia geral de ir para o passado é uma má idéia. Eu acho que Jornada nas estrelas teve sucesso quando foi para o futuro. Dito isso, isso não tira a possibilidade do filme ter sucesso. E eu certamente tenho fé em Alex Kurtzman e Roberto Orci, que são geeks da mais alta ordem. Tenho sido fã de seus trabalhos desde seus dias em Xena. Eles gostam do material, o que é um ingrediente importante. Eu não tenho nenhuma objeção a ninguém do elenco. Não estou familiarizado com o ator que interpreta Kirk, mas eu acho que Zachary Quinto é perfeito para Spock, e Karl Urban (McCoy) pode interpretar qualquer coisa. Assim estou mais que confiante sobre isso. O problema é, você não pode julgar um filme até sentar no cinema e assisti-lo. Eu aprendi essa lição há muitos anos! Eu li os roteiros de Homens de Preto e o primeiro X-Men. Eu era uma das pesoas sendo consideradas para escrever as novelizações dos filmes. Assim eu vi os roteiros e pensei que eram terríveis. Achei que Homens de Preto era horrível e que X Men era uma bagunça generalizada. No caso de Homens de Preto, a escolha de Will Smith e Tommy Lee Jones podia cobrir uma grande quantidade de erros e no caso do roteiro de X-Men, tudo que eu não gostei terminou sendo cortado na versão final do filme. A respeito disso, eu li os primeiro seis roteiros de Terra: Conflito Final, e pensei que ia ser a melhor série de ficção científica já produzida. E fiquei surpreso! Foi o mesmo roteiro que eu li, mas eles conseguiram tirar toda a vida dele. Boatos valem menos que os pixels que estão sendo usados para iluminá-los, assim o único meio de julgar o filme é sentar no cinema e assisti-lo. Eu espero que dê certo por várias razões, e uma delas é porque um filme bem sucedido significará mais interesse nos livros e revistas em quadrinhos.

Trek Today: Outras novidades no universo de Jornada nas Estrelas é a indicação de um fan film para o prêmio Nebula: “World Enough and Time”. O que pensa sobre isso?

DeCandido: Eu penso que houve uma controvérsia dentro da SFWA, não no universo de Jornada nas Estrelas. Meu pensamento sobre isso não tem nada a ver com Jornada nas estrelas, mas cxom o fato da SFWA não seguir suas próprias regras. Tão maravilhoso quanto foi New Voyages/Fase II – ele pode ser, porque eu realmente não o vi – só que não é uma publicação profissional. E de fato o próprio James Cawley disse, no meio de toda essa confusão, que não pode ser legalmente um lançamento profissional. Essa é a razão pela qual a CBS os deixa fazerem isso, porque não é uma produção profissional. Assim se um filme não precisa ser profissional,então aquele código de regras precisa ser mudado.

Trek Today: Você gostaria de ver as regras mudadas?

DeCandido: O problema é que, com base nas regras, uma ficção feita por fãs pode ser indicada em qualquer das outras categorias, assim me parece que eles deveriam ser coerentes com relação a isso. Honestamente, eu não tenho autoridade para opinar sobre isso de uma forma ou de outra. Eu acho que se eles fizerem as regras dizerem isso, então eles devem segui-las, e se eles não fizerem isso, deveriam reescrever as regras. É mais um caso de coerência do que qualquer outra coisa. Eu também faço objeção a pessoas dizerem: “Bom, se há profissionais trabalhando nele, então deve ser uma produção profissional!” Não, não é. Se Kobe Bryant jogar basquete nas ruas, isso não faz disso um jogo da NBA. E o fato de Marc Zicaree, George Takei e vários outros estarem envolvidos nisso não muda o fato de ser um filme feito por fãs. Isso não o torna ruim. Eu já escrevi ficção de fã, eu gosto de ficção de fãs – eu acho que ficção de fãs é bom. De fato as pessoas que estão dizendo que isso não é verdadeiro estão insultando os reais produtores de ficção de fãs.

Trek Today: Você está escrevendo algumas das revistas de Jornada nas Estrelas?

DeCandido: IDW está fazendo uma nova minissérie focalizando alienígenas. A que acabou agora foi realmente um sucesso, assim eles estão fazendo uma segunda. Eu estou fazendo umamque é sobre klingons. Será lançada no próximo outono. A séire são edições isoladas que podem ser lidas em qualquer ordem. Os outros alineigenas na série são os Gorn, os vulcanos, os romulanos, os andorianos, os borg e os orion. Os outros que têm sido mencionados são os betazoides, os klingons e os ferengi. E eu adoro escrever estórias em quadrinhos. Tenho faado com a IDW sobre outros projetos. Não há nada acertado ainda, mas eu espero fazer muitas outras coisas para eles.

Trek Today: É muito diferente escrever uma estória em quadrinhos comparando com um romance ou um conto?

DeCandido: Sim, é muito diferente por várias razões. Primeiro, você tem uma quantidadem limitada de espaço em cada página. Você tem que resumir a estória porque você tem um número limitado de páginas para trabalhar – nossa série tem 22 por edição. Eu fui duro comigo mesmo porque são realmente três estórias em uma. Assim são basicamente três estórias de sete páginas em uma só edição, o que foi um desafio ainda maior. Você tem que tirar todo o excesso e ficar só na base da estória. Você também depende do desenhista para muitas coisas que você não tem que pensar quando está escrevendo prosa. Você tem que pensar mais nisso, e não tem que se preocupar com o visual e apenas pensar nos diálogos.

Trek Today: Você se envolve com as cores?

DeCandido: Depende da situação. Nesta situação particular, eu conversei com o desenhista antes de escrever a estória – ele tinha visto a proposta. Ele e eu conversamos sobre algumas coisas e discutimos alguns detalhes. Assim, eu tenho trabalhado de perto com o desenhista. Isso não acontece sempre. Algumas vezes você escreve o roteiro, entrega e deixa por isso mesmo.

Trek Today: Qual é o seu próximo projeto de Jornada nas estrelas que iremos ver?

DeCandido: Será um dos livros do Universo Myriad. Como o último pocket book do Universo Espelho, esse terá três estórias curtas em um pocket book e então outro pocket book com muitas outras estórias. Eles serão todos estórias “e se?” Como um exemplo – essa não é uma da estórias – “E se os Borg tivessem vencido em “O Melhor de Dois Mundos”? A que estou fazendo se chama “The Gutted World”. Ela envolve, entre outras coisas, que os cardassianos nunca tivessem saído de Bajor. Há outros assuntos, também, mas esse é o que é mais aparente na cópia da capa e o primeiro capítulo os cardassianos ainda estão em Bajor e em Terok Nor. E há outras conseqüências também. Eu não quero dizer qual é o ponto divergente porque isso é algo que você vai ter que descobrir de cara. – é um ponto do enredo. Estará no segundo volume chamado “Echoes and Retractions”. O primeiro volume sairá emjulho e se chamará “Infinity’s Prism” e acontecerá durante a série original e a mudança é que o movimento Terra Prime da Enterprise realmente venceu. A Terra nunca se envolveu na Federação e isso nos leva uns cem anos mais tarde e a Terra basicamente gostaria de se juntar a essa grande coalisão de planetas que se formou envolvendo vulcanos, andorianos, e telaritas. Essa é a estória de William Leinser. A estória de Christopher Bennet: pense sobre uma decisão feita por Janeway – ela fará uma decisão diferente. Eu não quero dizer qual. E James Swallow escreveu uma estória chamada “Seeds of Dissent” (Sementes da Discórdia) onde Khan venceu as Guerras Eugênicas. As outras duas estórias no segundo volume: uma envolve a única outra realidade alternativa que vimos na tela: “Yesteryear”(Perdido no Esquecimento), da série animada. Houve uma alteraçãp na linha do tempo onde Spock morreu ainda criança e o primeiro oficial da enterprise era um andoriano. E a estória seguirá essa linha do tempo. E a outra estória chamada “Brave New World” (Admirável Mundo Novo) em que o Dr. Noonien Soong não foi visto como maluco e criou andróides com sucesso. Essa é a próxima coisa que vai aparecer. Eu deveria dizer sobre “A Gutted World” que é a estória mais deprimente que eu já escrevi! Na capa, a última frase é “Nem a vitória pode trazer salvação” o que é bem o tema da estória. Há muitos distúrbios nele. No próximo outono haverá uma trilogia escrita por David Mack chamada “Destiny”(Destino). Uma grande trilogia com muitas intersecções trazendo elementos de todo o universo de Jornada nas Estrelas e terá sérias ramificações para qualquer coisa além disso. Basicamente qualquer romance que aconteça depois de Destiny (Destino) será afetado por ele. Ele acontece um ano e meio depois de Nemesis. Assim a ficção de Jornada nas Estrelas será para sempre afetada pelo que acontece em Destiny. Estou fazendo a primeira seqüência, que é mais um romance político – muito similar a “Articles of the Federation” e “The Art of the Impossible”, dois de meus romances anteriores. Tratará da queda política de Destiny. Pessoas que têm pedido um romance de Jornada nas Estrelas no estilo de Tom Clancy – esse vai ser assim! Há muito de “Caçada ao Outubro Vermelho” nele, sem os detalhes técnicos sobre submarinos.

Trek Today: Seu ultimo romance publicado, Four Walls (Quatro Paredes), não é ficção científica – é um livro baseado em CSI: Nova York. Como você chegou a esse projeto?

DeCandido: Não é meu assunto habitual como gênero porque geralmente eu escrevo ficção científica e fantasia, mas é meu habitual em termos de ser baseado em uma série de TV, o que eu já fiz muito. Eu escrevi romances de Jornada nas Estrelas, Buffy a Caça Vampiros, Supernatural, Farscape, Andromeda e alguns outros e escrevi alguns que poderiam ser qualificados como estórias de mistério mesmo que tenham sido publicadas como ficção científica. Eu escrevi um romance cha,mado “Dragon Precinct” que era parte fantasia parte mistério, e escrevi um par de livros de Homem Aranha que poderiam ser qualificados como mistério, assim como meu livro de Supernatural. Assim eu escrevi coisas que tem pelo menos algo de mistério. Eu também sou um grande fã de estórias que acontecem na cidade de Nova York. Os dois romances do Homem Aranha também acontecem em Nova York, escrevi um romance de Buffy que acontece na Nova York dos anos 70 – um dos antigos caça Vampiros trabalhava lá. Assim no geral – eu amo escrever estórias que aconteçam na minha cidade natal de Nova York. Assim o editor de CSI – Nova York sabia disso. Eu originalmente havia pedido para trabalhar nos livros quando a série estreou, entretanto o editor da Pocket Books preferiu, por razões perfeitamente compreensíveis, continuar com o autor de mistério ganhador do prêmio Edgar!(Edgard é um prêmio dado pela associação Mistery and Detective Writers of America – o nome é referência ao escritor Edgard Rice Burroughs – N. T.) Stuart Kaminsky fez os três primeiros romances. O contrato da Pocket Books sempre estabelece quatro livros. No final Stuart não estava disponível para o quarto livro assim o editor, que era alguém com quem eu já havia trabalhado antes, virou para mim e disse: “Você ainda gostaria de fazer isso?” E eu disse sim. Então foi assim que isso aconteceu.

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