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novembro 17, 2008

Finalmente novo Trailer de ST XI disponível

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Pessoal

depois de muita espera finalmente foi lançado no site oficial o novo trailer de STXI

lembrando que faltam 172 dias pra estreia do filme aqui no brasil

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abril 17, 2008

Motores de Dobra – Parte 02

2. Teoria e aplicação do campo de dobra

Como aqueles que o antecederam, Zefram Cochrane, o cientista normalmente creditado pelo desenvolvimento da física de dobra moderna, construiu seu trabalho com base nos ombros de gigantes. A partir da metade do século 21, Cochrane, trabalhando com o seu lendário time de engenheiros, trabalhou para derivar o mecanismo básico da propulsão por distorção do continuum (PDC). Intelectualmente, ele previu o potencial de grandes energias e viagens mais rápidas que a luz, o que significava operação prática além do sistema solar. A promessa de eventuais viagens rápidas interestelares motivou a sua equipe a aceitar a tarefa de uma revisão intensa de todas as ciências físicas. Era esperado que o esforço fosse levar a uma melhor compreensão dos fenômenos conhecidos aplicáveis à física de dobra, além da possibilidade de idéias originais influenciadas por outras disciplinas relacionadas.

A busca finalmente levou a um conjunto de equações complexas, fórmulas de materiais, e procedimentos operacionais que descreviam a essência do vôo superluminal. Nas teorias de dobra originais, um, ou no máximo dois campos, criados à enormes custos energéticos, conseguiam distorcer o contínuo espaço-tempo o suficiente para mover uma nave. Já em 2061, a equipe de Cochrane conseguiu produzir um protótipo funcional de enormes proporções. Descrito como um super propulsor de flutuação, ele finalmente permitiu a um veículo de teste não tripulado alcançar a “barreira” da luz (c), alternando entre dois estados de velocidade e não ficando em nenhum deles por mais do que tempo de Planck (1,3 x 10^-43 segundo), a menor unidade mensurável de tempo. Isto teve o resultado de manter a velocidade (antes inatingível) da luz e ao mesmo tempo evitar os teóricos gastos de energia infinitos que seriam necessários de outra forma.

Os primeiros motores de PDC – que eram apenas informalmente chamados motores de “dobra” – foram um sucesso, e quase que imediatamente incorporados ao desenho das espaço-naves existentes com uma facilidade surpreendente. Embora lentos e ineficientes pelos padrões de hoje, estes motores proporcionaram uma redução substancial nos indesejados efeitos de dilatação de tempo, abrindo caminho para vôos de ida e volta na ordem de anos, e não décadas. Cochrane e seu time eventualmente mudaram-se para a colônia de Alpha Centauri (uma viagem que demorou “só” quatro anos, graças aos veículos movidos à PDC), e continuaram a fazer avanços na física de dobra que iriam permitir “quebrar” de vez a barreira e explorar o misterioso domínio do subespaço que estava do outro lado.

A chave para a criação de métodos não-Newtonianos (por exemplo: propulsão não dependente da exaustão de produtos de uma reação) estava no conceito de agrupar várias camadas de campo de dobra, cada camada exercendo uma quantidade controlada de força contra a sua vizinha externa mais próxima. O efeito da força acumulada impulsiona o veículo para frente e é conhecido como manipulação de campo assimétrica e peristáltica (MCAP). Bobinas de campo de dobra nas naceles do motor são energizadas em ordem, da frente para trás. A seqüência de disparo determina o número de camadas de campo, sendo que um número maior de camadas por unidade de tempo é necessário em fatores de dobra maiores. Cada nova camada de campo se expande para longe das naceles, experimentando uma rápida aplicação e perda de força a distâncias variáveis das naceles, simultaneamente transferindo energia e se separando das camadas anteriores a velocidades entre 0.5c e 0.9c. Isto está perfeitamente dentro dos limites da física tradicional, contornando os limites da Relatividade Geral, Especial e Transformacional. Quando a força é aplicada, a energia irradiada faz a transição necessária para o subespaço, resultando em uma aparente redução de massa no veículo. Isto facilita o deslizamento da espaço-nave através das camadas seqüenciais de campo de dobra.

Medida da energia de dobra

O cochrane é a unidade usada para medir a tensão de um campo subespacial. Cochranes são usados também para medir a distorção de campo causada por outros dispositivos de manipulação espacial, incluindo raios tratores, escudos defletores e campos de gravidade artificial. Campos abaixo de dobra 1 são medidos em milicochranes.

Um campo subespacial de mil milicochranes ou mais se torna o familiar campo de dobra. A intensidade do campo para cada fator de dobra aumenta geometricamente e é uma função do total dos valores individuas das camadas. Repare que o valor em cochranes para cada fator de dobra corresponde à velocidade aparente da nave viajando neste fator. Por exemplo, uma nave viajando em fator de dobra 3 está mantendo um campo de dobra de pelo menos 39 cochranes e está, portanto, viajando a 39 vezes c, a velocidade da luz. Os valores aproximados para os fatores de dobra integrais são:

Fator de dobra 2 =

10 cochranes

Fator de dobra 3 =

39 cochranes

Fator de dobra 4 =

102 cochranes

Fator de dobra 1 =

1 cochrane

Fator de dobra 5 =

204 cochranes

Fator de dobra 6 =

392 cochranes

Fator de dobra 7 =

656 cochranes

Fator de dobra 8 =

1024 cochranes

Fator de dobra 9 =

1516 cochranes

Os valores reais dependem de condições interestelares, por exemplo, densidade de gás, campos elétricos e magnéticos nas diferentes regiões da Via Láctea, e flutuações no domínio do subespaço. Naves espaciais normalmente viajam a múltiplos de c, mas sofrem perdas de energia devido a forças quânticas de arrasto, ineficiências e oscilações de energia.


A distorção que a nave gera no continuo espaco-tempo é medida em Cochranes

A quantidade de força necessária para manter um determinado fator de dobra é uma função do valor cochrane do campo de dobra. No entanto, a energia necessária para estabelecer tal campo é muito maior, e é chamada de ponto máximo de transição. Assim que a transição acontece, a quantidade de energia necessária para manter um dado fator de dobra é diminuída. Estudos indicam que não são esperados desenvolvimentos em novos materiais que possam produzir um rendimento maior em fatores de dobra elevados.

Campos de dobra excedendo um fator integral que não possuem a energia para cruzar o ponto de transição são chamados de fatores de dobra fracionais. Viajar em um fator de dobra fracional pode ser bem mais rápido do que viajar no fator de dobra integral inferior, mas por períodos extensos, é muito mais eficiente simplesmente aumentar a velocidade para o próximo fator de dobra integral.


Este gráfico demonstra com clareza o ponto máximo de transição.

Limites teóricos

O Limite de Eugene permite à distorção de dobra aumentar assintóticamente, aproximando-se, mas nunca alcançando um valor correspondente à dobra 10. Ao aproximar-se de 10, a força necessária para manter o campo cresce geometricamente, enquanto que a eficiência das já mencionadas bobinas de dobra cai dramaticamente. A aplicação e perda de força nas camadas de campo de dobra crescem até freqüências inatingíveis, excedendo não apenas as capacidades do sistema de controle de vôo, mas mais importante, o limite imposto pelo tempo de Planck. Mesmo que fosse possível gastar a teórica “energia infinita” necessária, um objeto viajando em dobra 10 estaria viajando infinitamente rápido, ocupando todos os pontos do universo simultaneamente.

Sistema de propulsão de dobra

Da maneira em que está instalado na classe Galaxy, o sistema de propulsão de dobra consiste de três partes principais: o conjunto de reação matéria/antimatéria, dutos de condução de força e naceles do motor de dobra. O sistema fornece energia para a sua aplicação primária, impulsionar a USS Enterprise pelo espaço, assim como sua aplicação secundária: alimentar sistemas essenciais de alta potência tais como escudos defletores, bancos phaser, raio trator, defletor de navegação e núcleos do computador.

As especificações originais para o sistema, transmitidas para as docas de Utopia Planitia em Marte, em 6 de julho de 2343 requeriam um hardware capaz de sustentar uma velocidade de cruzeiro de dobra 5 até a exaustão do combustível, uma velocidade máxima de cruzeiro de dobra 7, e uma velocidade máxima de dobra 9,3 por doze horas. Esses marcos teóricos foram definidos em simulações, baseadas numa massa total do veículo de 6,5 milhões de toneladas métricas. No entanto, nos seis meses seguintes (bem antes do desenho da estrutura estar concluído), a Frota Estelar reavaliou os requisitos gerais para a classe Galaxy, baseada numa combinação de fatores. As principais influências foram: (1) mudanças nas condições políticas entre membros da Federação, (2) previsões da inteligência que descreviam um hardware superior de possíveis inimigos, e (3) um número crescente de programas científicos que poderiam se beneficiar de uma nave com performance superior.

Simulações supervisionadas por membros das equipes de desenho estrutural, de sistemas e de propulsão resultaram em especificações revisadas que foram enviadas para os projetistas em Utopia Planitia em 24 de dezembro de 2344. Estas especificações requeriam que a classe Galaxy mantivesse uma velocidade normal de cruzeiro de dobra 6 até a exaustão de combustível, uma velocidade máxima de cruzeiro de dobra 9,2 e uma velocidade máxima de dobra 9,6 por doze horas. O total de massa estimada para o veículo foi reduzido através de melhoramentos em materiais e rearranjos internos para 4,96 milhões de toneladas métricas.

Assim que os desenhos principais foram estabelecidos, componentes do protótipo do motor foram fabricados, usando elementos de veículos anteriores como pontos de referência. Modelos computadorizados dos principais sistemas foram reunidos num modelo único para testar características teóricas de performance. O primeiro modelo completo foi testado em UP em 16 de abril de 2356, e foi demonstrado para a Frota Estelar dois dias depois. Com o avanço dos estudos de performance, protótipos do hardware foram fabricados. Falhas de material assombraram o desenvolvimento inicial do núcleo do sistema, a câmara de reação, que tem que conter a furiosa reação de matéria/antimatéria. Estas dificuldades foram eliminadas com a introdução de hexafluoreto de cobalto ao revestimento interno da câmara, o que provou ser uma maneira eficiente de reforçar os campos magnéticos do núcleo.

De maneira parecida, problemas com materiais atrasaram a construção das naceles do motor de dobra. O elemento chave do motor de dobra, as bobinas de verterio-cortenide 947/952, que convertem a energia do núcleo em campos de dobra, não puderam ser manufaturadas dentro das especificações de vôo no formato e densidade necessários durante toda a primeira metade do processo de construção dos protótipos. Estes problemas foram resolvidos através de ajustes no longo período de resfriamento das bobinas durante a sua produção nas fornalhas.

Notavelmente, o trabalho nos dutos de condução de força entre o núcleo de dobra e as naceles procedeu sem incidentes. Análises detalhadas dos protótipos dos dutos revelaram cedo que eles iriam agüentar com facilidade as cargas estruturais e eletrodinâmicas projetadas, já que sua função básica foi pouco alterada durante o último século.

Assim que a estrutura estava suficientemente completa para permiti-lo, o motor foi instalado. Os dutos de condução de força, que haviam sido montados dentro dos suportes das naceles durante a construção da estrutura, aguardavam a conexão das naceles e do núcleo do motor. Em 5 de maio de 2356 a nave protótipo NX-70637, a ainda sem nome USS Galaxy, existiu pela primeira vez como uma nave capaz de vôo.

abril 9, 2008

Iowa, Novo local de Gravações de STXI??

Um acidente de carro acabou, meio que sem querer , indicando um novo local das filmagens de STXI, a Emissora de tv americana ABC23, acabou filmando alguma coisa.

Não se Trata de uma mudança de set de filmagem, mas sim de um segundo set pra gravações menores, segundo a emissora.

abril 4, 2008

Motores de Dobra – Parte 01

1. Introdução

Bom, é sábio que o sistema de dobra espacial, não é um sistema comum, portanto não basta pegar 1516 que equivale a dobra 9, dividir por 9 para obter a dobra 1, esse seria o principio matemático e física para isso, mas o principio é muitíssimo mais complicado que isso.

A formula básica de calculo de dobra é: V = F ^ ( 10 / 3 ).

Onde:

V=Velocidade que se deseja, ele é dada em números para serem multiclicados por C.
F=Fator de dobra que se deseja calcular.

Ai abaixo vai uma tabela pronta e arredondada, com a calculo,da,.velocidade em km/s, km/h. m/s
e, m/h:

WARP

VEZES C

LUZ,KM/S

LUZ,MS

LUZ KM/H

LUZ,MH

1

1

300.000

300.000.000

1.080.000.

1.080.000.000

2

10

3.000.000

3.000.000.000

10.800.000

10.800.000.000

3

39

11.700.00

11.700.000.000

42.120.000

42.120.000.000

4

102

30.600.000

30.600.000.000

110.160.000

110.160.000.000

5

214

64.200.000

64.200.000.000

231.120.000

231.120.000.000

6

392

117.600.00

117.600.000.000

423.360.000

423.360.000.000

7

656

196.800.000

196.800.000.000

708.480.000

708.480.000.000

8

1024

307.200.000

307.200.000.000

1.105.920.000

1.105.920.000.000

9

1516

454.800.000

454.800.000.000

1.637.280.000

1.637.280.000.000


Durante o tempo, você vai perceber que esse sistema é relativamente simples, conforme você vai se aprofundando nessa matéria. Sabendo os princípios básicos do calculo, da matemática e da física colegial, você poderá e ira adorar isso.

excelssioranimada.gif

A velocidade de dobra (Warp drive)

O físico teórico Miguel Alcubierre nasceu na Cidade do México onde ele viveu ate 1990 quando foi para Cardiff no o REINO UNIDO para se diplomar na Universidade de Gales. Ele recebeu o seu PhD naquela instituição em 1993 realizando sua pesquisa de tese em soluções numéricas das equações da Relatividade Geral, resolvendo as equações gravitacionais de Einstein .com computadores extremamente rápidos. Ele continuou trabalhando neste campo, inventando técnicas numéricas para descrever a física relacionadas com os buracos negros.

A cerca de mais ou menos 10 anos atrás Alcubierre publicou um artigo notável que nasceu do seu trabalho com a relatividade geral, intitulado ” Modelo padrão para espaço – tempo e gravitação “. Neste artigo, ele descreve uma solução muito incomum das equações de Einstein de relatividade geral, descrita por ele como uma “.Warp Drive ” ( algo como velocidade de dobra ), que em resumo cria argumentos palpáveis para a possibilidade de se fazer ” uma modificação do espaço – tempo de modo a permitir .um meio de se viajar pelo espaço com velocidades extremamente grandes “.

No contexto de Relatividade Especial, a velocidade de luz e o limite absoluto de velocidade em nosso Universo para qualquer objeto que tenha uma massa real. Isto ocorre principalmente porque quando um corpo se aproxima da velocidade da luz, mais e mais da energia fornecida ao corpo aparece sob forma de massa adicional. Isto não e apenas teoria, há anos os físicos que trabalham nos laboratórios com grandes aceleradores de partículas subatômicas vem observando que a massa e a velocidade dessas partículas ajustam-se exatamente aos valores previstos pela teoria da Relatividade. Assim, quanto mais rápido o objeto, mais a energia cinética envolvida no movimento tem como efeito principal causar um aumento em sua massa – energia em lugar de velocidade, sendo que a massa – energia vai a infinito nos limites da velocidade de luz. A síntese do que esta escrito acima esta expressa em uma das mais importantes equações da física E = m.c.c (energia = massa X velocidade da luz ao quadrado).

A Relatividade Especial, publicada em 1.905 por Einstein, pode ser considerada como um caso particular da teoria da Relatividade Geral publicada por Einstein em 1916. A Relatividade geral trata a relatividade especial como uma sub – teoria restrita que e aplicada localmente a qualquer região de espaço suficientemente pequena, onde a curvatura do espaço pode ser negligenciada. Em outras palavras, a velocidade da luz e o limite de velocidade local, mas as considerações mais amplas da relatividade geral podem fornecer meios de superar esta limitação local. A idéia básica e não procurar sistemas de propulsão que possam superar a velocidade da luz, mesmo porque esta proibição dada pela teoria da Relatividade especial continua valida, mas sim usar a curvatura do próprio espaço – tempo, proposta pela teoria da Relatividade Geral, para superar este limite. Em vez de dizer que nada pode viajar mais rapidamente que a velocidade da luz ( c ), e preciso dizer que nada pode viajar mais rapidamente que a luz localmente. Isso significa que nada pode viajar mais rapidamente que a luz em relação a sistemas de referencia locais. Entretanto, se o espaço e curvo. Esses marcos de referencias locais não precisam ser globais e, possivelmente, este limite pode ser superado.

Um exemplo disto seria um ” Buraco de Minhoca ” que em tese pode conectar duas regiões do espaço extensamente distantes no universo. Assim, se considerarmos, por exemplo, duas regiões do Universo separadas por 20 anos – luz e unidas momentaneamente por um “Buraco de Minhoca”, um objeto mesmo respeitando o limite máximo da velocidade da luz, poderia levar somente alguns dias ou ate mesmo minutos, para atravessar este ” atalho ” entre estas duas regiões distantes. Porém, através deste atalho ( o ” Buraco de Minhoca ” ) o objeto teria viajado 20 anos – luz em minutos, produzindo uma velocidade efetiva de milhares de vezes superior a velocidade da luz. Assim, localmente a velocidade seria menor que a da luz, mas em relação ao Universo como um todo, este limite teria sido amplamente superado.

warp1.gif

Outro exemplo de velocidade mais rápida que a luz na Relatividade Geral é a expansão do próprio universo. Como o universo se expande, novos espaços estão sendo criados entre diversos pontos do Universo. Os objetos podem estar em repouso com respeito ao ambiente local deles e, no entanto, a distância entre eles pode crescer a uma taxa maior que a velocidade de luz, em função dessa expansão. Aqui esta a premissa básica atrás da ” Warp Drive ” de Alcubierre: Embora Relatividade Especial proíba objetos de se moverem mais rapidamente que a luz dentro do espaço-tempo, desconhecemos o qual rapidamente o próprio espaço-tempo pode se mover.

Alcubierre propôs um modo de superar o limite da velocidade da luz, parecido com a expansão do universo, mas em uma escala local. Ele desenvolveu uma ” métrica ” para relatividade geral, uma representação matemática da curvatura de espaço, que descreve uma região plana do espaço próximo de uma ” dobra ” que pode ser impulsionada adiante com
qualquer velocidade arbitrária, inclusive velocidades maiores que a da luz, a velocidade de dobra de Alcubierre e construída por funções tangentes hiperbólicas as quais criam um distorção muito peculiar do espaço nas extremidades do volume de espaço considerado.

A idéia e inovadora. Se o espaço-tempo pode ser dobrado localmente de modo que se expanda atrás de uma nave e se contraia adiante dela, então a nave será impulsionada junto com o espaço que a contem. Localmente, a nave nunca viajara mais rápido do que a luz, porque a luz também será impulsionada junto com a onda de espaço em expansão. Mas, globalmente percorrera distâncias incrivelmente grandes em pequenos intervalos de tempo.

Uma maneira de visualizar o que acontece e imaginar-se a bordo de uma nave. Se o espaço subitamente se expandir por detrás da nave em uma escala suficientemente grande, você percebera que a base estelar que deixou há poucos minutos agora esta a muitos anos luz de distância. Da mesma forma, se o espaço se contrair adiante de você, será possível perceber que a base em direção a qual voc viaja, que estava a alguns anos luz de distância, agora esta tão próxima que poderia ser alcançada em minutos a velocidade de propulsão normal.

Portanto, a própria curvatura do espaço, proposta pela teoria da Relatividade Geral e já comprovada experimentalmente, produz uma abertura para viagens acima da velocidade da luz. Uma abertura suficientemente grande para permitir que naves alienígenas de ” mundos ” distantes possam chegar ate nós!!!

Baseado em artigos dos Físicos: Miguel Alcubierre, John G. Cramer e um trecho do livro A física de Jornada das Estrelas, escrito pelo físico Lawrence M. Klaus.


Se alguém fosse considerar um dos componentes principais da nave como seu coração, o sistema de propulsão de dobra seria a escolha lógica. O SPD, o mais complexo e energético elemento da USS Enterprise, é a ultima versão do dispositivo que finalmente permitiu à humanidade acesso ao espaço profundo interestelar, facilitou o contato com outras formas de vida e mudou profundamente todas as civilizações tecnológicas da Via Láctea

março 31, 2008

Noticias sobre STXI

# Conforme relatado pelo site TrekMovie.com, a Filmagem principal foi terminada após vinte semanas de filmagens. Os trabalhos sobre o filme irão avançar para a pós-produção; para os editores e para ILM, que irão trabalhar em efeitos visuais para o filme.

# MSNBC relata que Tom Cruise visitou o set de filmagens de Star Trek XI recentemente. Cruise é  amigo  de J.J. Abrams e um fã de Star Trek . Uma fonte informou que “Se JJ poderia arrumar uma maneira que ele pudesse conversar com  Leonard Nimoy. Ele disse que realmente sempre respeitou o seu trabalho.”

# Vários sites relataram  o recente rumor de que um novo Star Trek XI teaser trailer vai a aparecer com o próximo  filme: Indiana Jones eo Reino da Crystal Skull. Acontece que este rumor é  falsa, de acordo com TrekMovie.com.

março 28, 2008

Aguardem !!! Novo Trailer de STXI

Segundo a ScreenRant fonte, o novo trailer será uma continuação do que vimos no teaser trailer – mostrando novos progressos na construção do USS Enterprise com técnicos trabalhando na nave. Haverá novos áudio, mas nenhuma palavra sobre se vamos ver ou ouvir qualquer coisa sobre os membros.

março 26, 2008

Rumores sobre acidente de Leonard Nimoy

Segundo o New York Observer, na quarta-feira, 19 de março de em um Estudio da Paramount, durante as filmagens do novo filme Star Trek, elenco e tripulantes foram pegos de surpresa pela notícia de que Leonard Nimoy haviam caído sobre o set de filmagem e ferido seu nariz.

De acordo com uma fonte do site Observer, Nimoy faz vários cenas no filme na forma de um espírito (?). Isto contradiz a rumores sobre a viagem de tempo, que foram confirmadas por vários sites e na convenção Wizard World deste mês.

Portanto, esta informação é preliminar, é claro, e inteiramente rumor.

Ainda de acordo com o site, durante o ultimo dia de Filmagens o sobre o  veterano ator, o diretor JJ Abrams deu uma palestra sobre o que foi uma honra ter trabalhado com ele.

“Houve alguns rumores sobre o uso de um doublê  e como eles estavam fazendo um “Trabalho” para o doublê, a fim de que o garoto Pareceria mais semelhante ao Leonard Nimoy”, disse a fonte original. “Mas depois que eles acabaram usando Leonard Nimoy.”

março 24, 2008

Simon Pegg disse que tever que superar o medo pra fazer ST XI

Simon Pegg teve que superar o seu medo antes de assinar um contrato para os possiveis tres filmes de Star Trek.

Eu disse, o que eu estou fazendo? Pensei nisso por um tempo, porque você tem de se comprometer a fazer uma série de filmes e que o coloca numa situação em que o estúdio tem algum controle sobre o que você faz”, disse Pegg “Eu chamei o JJ e disse: “a idéia é maravilhosa, mas estou preocupado”. ” E ele disse, “o que é que pode acontecer? Nós sairmos, de três em três anos, e fazer um filme divertido?”

Pegg deu uma pequena dica sobre Scotty em Star Trek XI. Se refereindo ao seus dois amigos, ele disse: Eles vieram quando eu estava na ponte. Senti-me bastante auto-consciente”.Portanto, parece que Scotty sai de Engenharia, pelo menos em uma parte do Filme.

Seu papel  de Scotty será o seu próprio, não uma imitação do trabalho de James Doohan . “Eu não quero ir lá e fazer uma copia do trabalho de James Doohan. Seu Scotty é tão definitivo. Assim, eu decidi , Inspirado na familia de minha mulher fazer um tributo a ele e não uma cópia”

Pegg foi incapaz de levar qualquer lembranças de sua filmagem em Star Trek XI. “Eu teria adorado ter levado um phaser ou um tricorder ou mesmo o meu anel da StarFleet Academy”, disse. “Mas, infelizmente, Não pude Levar.”

março 20, 2008

Morgan Sheppard terá participação em Jornada


william-morgan-sheppard-1.JPGDe acordo com o site Den of Geek, o veterano ator William Morgan Sheppard será mais um a integrar o elenco do novo filme de Jornada nas Estrelas, com participação especial, num papel secundário. Morgan já teve várias passagens nas séries da franquia interpretando personagens alienígenas. Segundo o ator, sua parte na história do filme será pequena.

william-morgan-sheppard-2.JPGMorgan é conhecido dos trekkers pelo papel do Dr. Ira Graves na série A Nova Geração (“The Schizoid Man”), pelo carcereiro Klingon no filme Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida e na série Voyager como o alienígena Qatai (“Bliss”). Em rápida entrevista para o site, o ator confirmou que teve uma conversa com J.J. Abrams, mas que não poderia adiantar qualquer coisa, apenas que está fazendo um pequeno papel de alienígena e diferente dos personagens anteriores.

William Morgan Sheppard é natural da Inglaterra e tem 75 anos. Ele possui uma lista imensa de trabalhos na TV e no cinema, entre eles destacam-se: Os Duelistas, O Homem Elefante, Um Grito de Liberdade, Coração Selvagem, Transformers, e outros. Morgan também esteve na série “Alias” de produção de J. J. Abrams. O ator confirmou presença numa convenção Klingon a se realizar em julho, na cidade de Maryland.

Fonte: trekBrasilis

março 18, 2008

Mais fotos do set de filmagem de STXI

Comminsoon.net postou a seguinte mensagem sobre o novo Filme de Jornada nas Estrelas, de um usuário chamado “brnbro63”

 Se alguém estiver interessado, o novo ‘Star Trek’ filme começou a ser filmado  no estado de Northridge . E parece que eles estão filmando a cena em uma academia/escola, porque todos estão vestidos com o mesmo uniforme Há também um carro,que foi conduzido para o Grupo, parece miniatura de 3 rodas versão do Mach 5

 

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